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Notícias e Blog

Na Caltec gostamos de ajudar Decisores,  Administradores e empresas a melhor gerir e consolidar os seus dados e informação. Temos mesmo algumas sugestões a oferecer que se enquadram com as ideias veiculadas nos nossos sistemas! Para saber como simplificar as TI e os processos leia o nosso blog e diga-nos o que pensa...

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Terça-feira
Jul172012

Is a crisis the right time to implement a new information management system?

Is your company data just a wall of numbers?The global economic crisis is forcing many established companies to restructure or reject previously successful business models. Hopefully this leads to stable, lean, and competitive businesses using effective and efficient processes. Positive changes will enable companies to compete in the global market.

CEOs and owners face the challange of saving endangered businesses or salvaging bankrupt projects. Often the difference between a Lazarus like resurrection or creating a zombie company comes down to improving or replacing the things that made the company fail, while keeping the things that make it worth saving.

If knowledge is power, am I getting the most power possible from my IT system?

Restructuring is more likely to be successful when managers first understand the fundamental business/strategic problem or opportunity that their company faces. This will require a deep analysis and regular measurements of the companies information and data, however thousands of data points can soon become incompressible walls of numbers. You need help to turn your data into meaningful information and knowledge.

Ask yourself: “Do I embrace the power of a company wide IT system to help me see and understand what is really happening in my company, or do I see computers as merely digital typewriters?”

If you are part of a restructuring effort you need to know what options exist to support your project. How can it be said that a company is fully restructured and modernized if they are managing their data and information the same way they did in the 80’s?

In the comments section below please tell us what challenges you face to improving the way you manage data and information.

Noah J Revoy

Terça-feira
Jul032012

A queda de um CEO...

Bob Diamond CEO do Barclays Bank demitiu-se hoje. Pagou as consequências de não ter sido bem informado do que se estava a passar a nível operacional na sua organização. Este é mais um caso em que o “comandante” não teve conhecimento completo do que se passava na “linha da frente”, ou a nível operacional. Não se esperaria que o responsável máximo do Barclays  se envolvesse directamente nessa gestão, tal como não se espera  que um general comande um batalhão. Para isso existem os Directores assistentes  ou os oficiais adjuntos. Mas o CEO do Barclays como Comandante em chefe, teria de saber sempre se qualquer “operação” estava a ser bem liderada, e especialmente se as regras estavam a ser cumpridas.

E não seria no fim de cada mês através de folhas de excel, mas deveria ter sido em tempo real. Assim se teria descoberto um potencial problema antes de ele se materializar.

Mas porque teve que ser a instituição reguladora a descobrir? Porque não foi o sistema informático do banco a fazê-lo e alertar os responsáveis em tempo útil?

Actualmente existem sistemas de informação sofisticados como os que proporcionaram ao Presidente Obama assistir em “directo” á operação Bin Laden.  

Ferramentas inteligentes e bem concebidas podem também proporcionar aos decisores estratégicos informação em tempo real. É só uma questão de haver vontade politica,  poder e decisão para as implementar. Porque o seu custo seria uma fracção infíma da multa que neste caso o Barclays vai pagar.....

Luis Calçada

Sexta-feira
Jun222012

A Caixa Negra

Em Portugal,  gestão de projectos e processos é, de uma maneira geral, adequadamente, planeada, mas menos bem executada. Será que se trata de ausência de ferramentas eficazes de controle? Será falta de formação dos controladores que continuam a usar métodos recônditos e datados para o fazer? Senão, como se explicam os recentes desvarios orçamentais que têm sido descobertos? Ou os buracos financeiros em instituições públicas e privadas?

Que ferramentas se usavam (ou não), nessas instituições? E, se não usavam, porque foram adquiridas? Ou será que, como é hábito, ninguém sabia de nada? Porque que se continuam a usar ferramentas redutoras e individuais como folhas de cálculo (papel eléctrico), para armazenar cruzar e consolidar dados de enorme responsabilidade onde se podem manipular números facilmente e sem deixar rasto...

Sistemas de informação eficientes têm de ser flexíveis onde é necessário, mas rígidos sempre que é preciso. Podem, facilmente, tomar conta de projectos e, assim, substituir as folhas de cálculo. Podem monitorizar e chamar os auditores ou responsáveis quando algo invulgar se materializa. E, no caso de incidentes ou desvios, devem ter funcionalidades capazes de ter nos mostrar onde e quando aconteceu o problema e a responsabilidade do mesmo, se aplicável.

Tal como um piloto automático num avião é capaz de manter uma rota e altitude, um sistema pode não deixar um projecto sair dos limites definidos sem autorização especial. Se ela for dada, serão registadas todas as acções e transacções na “caixa negra” do sistema.

Passaria a poder ser muito mais fácil e rápido apurar responsabilidades sobre perdas e desperdícios de milhões de euros....

Luis Calçada

Quinta-feira
Mai242012

C3i- Comando, Controlo, Comunicações e Informação

C3i é uma abreviatura que as Forças Armadas usam para caracterizar quatro áreas de extrema importância nas operações militares, respectivamente, Comando, Controlo, Comunicações e Informação. Basta uma delas não ter a devida atenção, para que falhe ou não atinja os objectivos propostos, uma operação em que podem estar vidas, interesses económicos e políticos em risco.

No mundo empresarial civil, tanto no sector público como no privado temos assistido a consecutivos falhanços que se podem imputar a deficiências em várias destas àreas.

Ou não há um verdadeiro comandante com perfil de liderança a dirigir uma empresa. Ou não há mecanismos de controlo estabelecidos que possam balizar e manter a actividade dentro do que é expectável. Ou não há canais de comunicação eficientes que permitam decisões rápidas. Ou, por último, quem tem de saber o que se está a passar, não o sabe na realidade, ou apenas sabe aquilo que o deixam saber.

O pior vem quando sabemos que estas entidades gastaram milhões de euros com sistemas que não funcionam. Ou porque são complicados e ninguém os consegue  usar ou porque criam mais problemas que os que resolvem.

A solução tem de passar pela simplificação de processos e sistemas que promovam as Comunicações, o Controlo eficaz e o acesso simples à informação. Com estas três áreas bem sólidas, o Comando e a liderança aparecem natural e eficazmente.

Luis Calçada

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